O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Nós na 21ª Bienal do Livro de São Paulo / 2010

Eu adoro livros: eles são os meus únicos objetos de desejo que perduram.
Acho que, por isso, sempre adorei ir à Bienal do Livro! E, vou há anos e todas as vezes sozinha. Fico horas lá! Gosto de percorrer os stands com calma, ver os lançamento e acima de tudo visitar aquelas editoras cuja distribuição em livrarias é precária. Muitas vezes comprei livros fantásticos que não acharia facilmente.
E como normalmente acontece em agôsto, mês do meu aniversário, ir à Bienal e comprar alguns livros é sempre o presente que me dou.
Me lembro bem das duas últimas edições!
Em 2006 foi no pavilhão de exposições da Imigrantes, fazia um calor danado lá dentro e eu procurava livros raros de astrologia.
Em 2008 voltou para o Anhembi e meu foco de interesses já estava totalmente voltado para a mitologia, as questões do feminino e as escritoras mulheres.
Mas, essa Bienal foi diferente!
Eu entrei com o crachá de AUTOR!
Sabem o que significa isso para quem ama os livros desde muito pequenininha? Eu nunca tinha me imaginado estar na Bienal como autor, nem nos meus melhores sonhos. Então, quando recebi o email da editora, pedindo para me cadastrar no site da Bienal eu quase não acreditei.
Me deu uma alegria e um orgulho quase infantil, não tenho vergonha de confessar.
Outro dia pedi a um amigo, virtualmente, que me dissesse o que era “sucesso” para ele. Devo confessar (desculpe, amigo) que fiquei desapontada com a sua definição: me pareceu vaga, impessoal, “burocrática”.
Aqui quero dar a minha definição de sucesso: ela é pessoal, particular, talvez até excêntrica, mas absolutamente verdadeira para mim, pois baseada no que senti e vivi.
Sucesso para mim, portanto, não é algo que os outros me atribuam, mas uma experiência interna.
Sucesso, para mim, é experimentar a enorme sensação de contentamento por ter feito algo que te levou a viver coisas que você jamais sequer ousou sonhar!
Sucesso para mim é tecer um TAPETE VOADOR!
(para quem não entendeu a metáfora, leia o arquivo postado em 4 de agôsto)

Texto de Cristina Balieiro

3 comentários

  1. Minhas amigas escritoras.
    Que bom sentir este orgulho sadio.
    O orgulho daqueles que batalham e vencem.
    Estou feliz com vocês e por vocês. Abraços Re.

  2. Minhas amigas escritoras.
    Que bom sentir este orgulho sadio.
    O orgulho daqueles que batalham e vencem.
    Estou feliz com vocês e por vocês. Abraços Re.
    17 de agosto de 2010 15:21

  3. Parabéns, meninas…
    Sucesso sempre!
    Q o tapete voador encontre alturas inimaginaveis!
    Bjão
    Celia Terpins

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *