O Feminino e o Sagrado um jeito de olhar o mundo

Quando a gente diz sim para coisas demais

Eu disse “sim” para coisas demais. Hoje em dia, quando olho para trás, vejo as coisas que eu tinha assumido naquela época, em termos de responsabilidade de trabalho, penso: “Que loucura, como é que as pessoas à minha volta acharam que isso poderia funcionar?”

Eu estava exausta, tudo para mim era demais. Percebi que não tinha mais contato nenhum com minha alegria, e minha alegria é um fio condutor na minha vida, é energia, eu diria que é uma das coisas mais fortes em mim. Na época, eu não tinha mais a mínima capacidade de achar joy, alegria. Foi assim que percebi que tinha sido uma dissolução, que eu tinha ultrapassado os meus limites e precisava de regeneração.

Então, eu tive que me retrair para me reenergizar, para poder me reengajar.

Eu fui encontrar o eixo novamente. Através de cursos e workshops regulares da dança, eu tenho momentos de pausa e reflexão, e de volta ao eu. Então, isso me ajudou a criar mais espaço.

Depoimento de Bettina Jespersen

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